Em 2026, a Reforma Tributária começou a se tornar parte da realidade fiscal do Brasil. O novo modelo tem como objetivo simplificar o sistema tributário, reduzir a complexidade na cobrança de impostos e tornar as regras mais transparentes para empresas e contribuintes.
Apesar de representar uma mudança histórica, a implementação da reforma será gradual e acontecerá ao longo de vários anos. Ainda assim, isso não significa que as empresas possam deixar a adaptação para o último momento. Quanto antes gestores, contadores e equipes fiscais entenderem o que está mudando, mais preparados estarão para essa transição.
Neste artigo, você vai relembrar quais são os novos tributos criados pela reforma, quais impostos serão substituídos, quais são os prazos de implementação e também quais atualizações o Sistema Impacto está desenvolvendo para acompanhar esse novo cenário fiscal.
Quais tributos deixam de existir com a Reforma Tributária
A Reforma Tributária prevê a substituição de diversos tributos atuais que incidem sobre o consumo no Brasil.
Entre os principais impostos que deixarão de existir estão:
- PIS
- Cofins
- IPI (parcialmente)
- ICMS
- ISS
Esses tributos serão gradualmente substituídos por novos impostos estruturados em um modelo semelhante ao IVA (Imposto sobre Valor Agregado), utilizado em diversos países.
A proposta é simplificar a cobrança de impostos e reduzir a complexidade do sistema tributário brasileiro, que hoje possui regras diferentes entre estados e municípios e gera grande dificuldade de gestão para as empresas.
Quais são os novos tributos da Reforma Tributária
Com o novo modelo, três tributos principais passam a fazer parte do sistema:
CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)
A CBS será um tributo de competência federal e irá substituir dois impostos atuais:
Esse novo tributo terá uma estrutura mais simples e com regras unificadas para todo o país.
IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)
O IBS será o imposto compartilhado entre estados e municípios.
Ele substituirá:
- ICMS (estadual)
- ISS (municipal)
A ideia é que a cobrança funcione de forma integrada, reduzindo a complexidade existente atualmente entre diferentes legislações estaduais e municipais.
Imposto Seletivo (IS)
O Imposto Seletivo será aplicado sobre produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.
Alguns exemplos de itens que podem ser afetados incluem:
- cigarros
- bebidas alcoólicas
- produtos com impacto ambiental elevado
Esse imposto tem caráter regulatório, ou seja, além da arrecadação, busca desestimular o consumo desses produtos.
Cronograma da Reforma Tributária
A implementação da reforma acontecerá em etapas, permitindo que as empresas se adaptem ao novo modelo.
2026: início da fase de testes
A partir de 2026, os novos tributos CBS e IBS começam a aparecer nas operações, porém com alíquotas simbólicas:
Essa etapa funciona como um período de adaptação para empresas, sistemas fiscais e administrações tributárias.
2027: mudança nos tributos federais
Em 2027 acontecem mudanças importantes:
- PIS e Cofins deixam de existir
- A CBS passa a ser cobrada integralmente
- O Imposto Seletivo entra em vigor
- O IPI será reduzido para a maioria dos produtos
2029 a 2032: substituição de ICMS e ISS
Entre 2029 e 2032 ocorre a transição gradual dos impostos estaduais e municipais.
Durante esse período, ICMS e ISS vão sendo reduzidos progressivamente, enquanto o IBS aumenta sua participação na arrecadação.
Essa fase é considerada uma das mais importantes da reforma, pois envolve mudanças estruturais na tributação sobre consumo.
2033: conclusão da reforma
Em 2033 o novo sistema tributário estará completamente implementado.
Nesse momento:
- ICMS e ISS deixam de existir
- O modelo passa a funcionar apenas com CBS, IBS e Imposto Seletivo
As atualizações do Sistema Impacto
Com todas as mudanças que estão previstas pela Reforma Tributária, é necessário contar com ferramentas que acompanham essa evolução, estando sempre em conformidade com as novas exigências fiscais.
Por isso, a equipe TRS já adaptou o Sistema Impacto, garantindo que as empresas tenham mais segurança e tranquilidade durante o período de transição para o novo modelo tributário.
Entre os principais pontos atualizados estão:
- Adequação ao cronograma da legislação
- Inclusão e atualização de campos para IBS e CBS
- Novas parametrizações fiscais para empresas do regime normal
- Melhorias na interface de configuração de regras tributárias
- Recursos que auxiliam a transição para o novo modelo
O nosso objetivo é auxiliar todos os clientes do Sistema Impacto durante esse período de transição, com mais organização e mantendo a gestão fiscal alinhada com as novas regras da legislação.
Conclusão
Diante de todas essas mudanças, contar com um ERP preparado para a Reforma Tributária faz toda a diferença na organização fiscal das empresas. Com o Sistema Impacto, você tem tecnologia atualizada, suporte técnico e segurança para atravessar esse período sem dores de cabeça fiscais.
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