Estamos em 2026, e a realidade da reforma tributária já está batendo à porta de muitas empresas. Agora, um novo marco traz ainda mais urgência para essa adaptação: a partir de 1º de agosto de 2026, começam as penalidades relacionadas ao IBS e à CBS.
Até aqui, o cenário era de adaptação, testes e ajustes. Mas essa fase está chegando ao fim.
A partir de agosto, a regra muda: o que era um processo de transição passa a ser obrigação, com risco real de multas e problemas fiscais.
IBS e CBS: o que já mudou na prática em 2026
Com a Reforma Tributária, dois novos tributos passam a fazer parte da rotina das empresas: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).
Na prática, eles vêm para substituir diversos tributos atuais, simplificando o sistema. Entre os principais impactos, destacam-se:
- Substituição de impostos como PIS, Cofins, ICMS e ISS
- Mudança na forma de cálculo e apuração
- Novas regras de incidência e créditos tributários
Embora a implementação seja gradual, uma dúvida frequente é se o preenchimento de IBS e CBS já é obrigatório. E a resposta é sim, porém de forma progressiva. Atualmente, estamos em uma fase de transição que envolve:
- Período de testes e adaptação
- Início de obrigatoriedades operacionais
- Ajustes nos sistemas e processos internos
Ou seja, mesmo antes da aplicação de multas, as empresas já precisam começar a informar corretamente os dados relacionados ao IBS e à CBS.
Sua empresa está realmente preparada para isso? Confira, neste artigo, detalhes sobre as grandes mudanças, o cronograma, os impactos e quais serão as penalidades.
Cronograma de Implementação da Reforma Tributária (2026–2027)
A reforma tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 inaugurou uma fase de transição que exigirá adaptação gradual das empresas, especialmente em relação a processos fiscais e sistemas.
Com base em diretrizes já indicadas pela Receita Federal do Brasil e pelo Ministério da Fazenda, destacam-se os seguintes marcos:
01/08/2026 – DF-e integrado ao IBS/CBS
Todos os contribuintes (exceto os optantes pelo Simples Nacional) deverão emitir documentos fiscais contendo os novos campos. A ausência dessas informações ou o preenchimento incorreto sujeitará a empresa a multas e à obrigatoriedade de correção das informações.
01/09/2026 – NFS-e e Simples Nacional
Avanço da padronização da Nota Fiscal de Serviços em ambiente nacional, com tendência de uso obrigatório via sistema unificado.
31/12/2026 – Levantamento obrigatório
Data-chave para revisão de estoques, com potential aproveitamento de créditos na transição de PIS/Cofins para CBS.
01/01/2027 – Início da CBS
Entrada em vigor da CBS e substituição definitiva de PIS/Cofins, elevando o nível de exigência em compliance fiscal.
O que muda a partir de agosto de 2026 e quais os impactos
O início das penalidades faz com que as empresas redobrem a atenção. Entre os principais problemas que podem gerar multas, estão:
- Erros no preenchimento das informações fiscais
- Dados inconsistentes entre documentos e apuração
- Falta de envio ou atraso nas obrigações
O impacto vai além do valor financeiro e afeta diretamente diferentes áreas do negócio, fazendo com que as empresas possam enfrentar:
- Multas recorrentes
- Aumento do risco fiscal
- Problemas com compliance
- Complicações em auditorias e fiscalizações
- Problemas operacionais
O que fazer para evitar multas
Mesmo com tantas informações e avisos disponíveis, muitas empresas continuam cometendo os mesmos erros, como:
- Uso de sistemas desatualizados
- Processos manuais e suscetíveis a falhas
- Falta de integração entre setores (fiscal, financeiro, estoque)
O momento de agir para evitar qualquer risco financeiro ou legal é agora.
Aqui vai um checklist prático para sua empresa começar:
- Revisar os processos fiscais internos
- Garantir a correta emissão de documentos fiscais
- Validar o cadastro de produtos e suas tributações
- Integrar setores como fiscal, financeiro e estoque
- Utilizar um sistema preparado para a Reforma Tributária
Como um ERP preparado faz diferença nesse cenário
Diante de todas essas mudanças, contar com um sistema preparado para a reforma tributária passa a ser uma necessidade operacional. Um ERP permite:
- Automatizar o cálculo de tributos
- Acompanhar atualizações da legislação
- Reduzir erros manuais
- Garantir segurança nas informações enviadas
Agora, se a sua empresa já utiliza o Sistema Impacto, essa transição tende a ser muito mais tranquila.
O sistema já está preparado para atender às exigências da Reforma Tributária, com:
- Atualizações alinhadas às novas regras
- Regras fiscais já ajustadas
- Operação funcionando normalmente
Tudo isso com foco na segurança das informações, praticidade no dia a dia e tranquilidade para sua gestão.
Enquanto muitas empresas ainda estão correndo para se adaptar, quem já conta com um sistema preparado consegue focar no que realmente importa: o crescimento do negócio.
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